Uma coreografia de Maurice Bejart,"Rumi", com música de Kudsi Erguner , um dos grandes nomes da música sufi. Links: Restaurante Rumi em Montreal. |
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August 13, 2007
Vídeo: "Rumi", coreografia de Maurice Bejart
July 23, 2007
Sábado com Fátima no Rumi
July 02, 2007
Festival de Jazz de Montreal 2007. Vários.
O Rumi é um dos meus restaurantes preferidos de Montreal, e os donos são dois irmãos, derviches que giram, que eram judeus e se converteram ao sufismo.
Se quiserem saber o endereço e outros pormenores, falo do restaurante neste post aqui, Rumi. Falo do Rumi aqui tbém.
Como sempre, a comida foi D I V I N A!!
Pena que essa aí de cima é quietinha... muito conceitual; os tempos mudaram e o festival está ficando cada vez mais plástico, mas ainda está muuuiiito boooommmm!
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June 27, 2007
Festival de Jazz de Montreal
June 17, 2007
ONTEM, 16 DE JUNHO, o dia do meu aniversário
Para começar, logo no dia do meu aniversário, eu dei de cara 2 vezes com o Win Butler, do Arcade Fire!! No Mile End, o bairro aonde eu faço yoga. Mas ontem eu só estava planando com meu marido, olhando o tempo lindo q estava fazendo, depois de ter ido no Café Itália tomar o melhor capuccino e comer o melhor sanduíche de Montreal. Para quem não conhece os costumes de países frios: quando faz sol, todo mundo sai p/ as calçadas, andando, planando, tomando sol nos bancos públicos, nas escadas, sentados mesmo nas calçadas, ou nos jardins e parques. Bom, como sempre, o 16 de junho é o dia mais quente do ano (rsos). Mas é mesmo. Se não foi quente até ali, não vai ser mais. Este de 2007 foi um dia magnífico mesmo, minha gente, cheio de sol, e a Saint Laurent estava fechada com a festa de trottoir (na noite anterior ficamos até tarde no La Cabane. Bom, enfim, o pessoal estava uma marailha de contentamento e de bom humor. Verão é assim mesmo em país frio.
Mas sobre os músicos do Arcade Fire, não dá nem p/ contar como eu fiquei boba prq todo mundo q me conhece sabe q eu sou vidrada neles; até fiquei chateada prq eu estava no Brasil em janeiro qdo deram um show, às escondidas, no subsolo da igreja polonesa do Mile End (o povo do bairro sabia). Então fica claro q um dos meus presentes, ontem, foi ter dado de cara com o Win. No meu aniversário! E isso prq o rapaz é um grande poeta e eu tenho uma admiração enorme pela música deles, do Arcade Fire.
O menino, ele é realmente um menino, q eu trato carinhosamente de meu pequeno e grande Win (de perto ele é enorme!) estava tomando sol, sentado num banco, sózinho, pensando na vida e olhando o tempo... Por coincidência, ele estava no meu banco, aonde eu fico sempre tomando sol tbém.
Que coisa linda é morar em Montreal, né?! Digam-me se existe um outro lugar do mundo, uma grande cidade, aonde um artista como ele, um poeta tão completo, e cantor divino, com aquela voz cheia de emoção e profunda, poderia ficar assim sentado num dia ensolarado tomando sol sem ninguém p/ vir encher o saco do coitado com pedido de autógrafo e fotos?! Foi por isso q eu fiquei com vergonha de incomodar a tranquilidade do cara. Além de achar o cúmulo da cafonice esta idolatria de personalidades públicas! Mas, mesmo assim fiquei pensando: se eu peço um autógrafo, vai encher de gente e vão todos encher o saco dele tbém e acabou-se o seu banho de sol... Aí, eu passei devagarinho por ele, fingindo q não tava com vontade de ir lá me aprochegar... (logo de cara eu nem falei p/ o meu marido ao lado q aquele magrelo lá era o Win Butler... p/ não chamar atenção, ou de vergonha, de apreensão... sei lá, não falei na hora, mas falei qdo ele passou na segunda vez) e ficamos passeando até q eu esqueci dele por completo. Sabem como é geminiano.
Depois, fizemos uma porção de coisas, conversamos com algumas pessoas, olhamos lojas e vitrine e atravessamos a rua p sentarmos na quadra ao lado, ainda na Saint Viateur, num banco em frente daquela boutique de bombons q eu esqueci o nome. Tomando sol, de repente vejo o cara vindo na nossa direção, e de novo a minha consciência entra naquele dilema do autógrafo e da vergonha ("fazer o quê com uma assinatura, q cafonice! Eu sei, mas.... e a foto?! Fazer o quê com uma foto ao lado de um poeta q eu admiro!? Que cafonice!... droga de consciência!"). E ele passou na minha frente... discplicente, calmo, charmoso, magrelo, altíssimo, bonito, bebendo um refrigerante, e olhou p/ nós (eu achei q foi p mim - vocês conhecem geminiano, né? é tudo a mesma raça... mesmo depois de velhos). Bom, deixem isso p lá. E pensem na letra de "caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento, tomando uma coca-cola... "; parecia isso mesmo.). Pois é, imaginem a vontade de pedir uma foto com ele!? Mas eu sou boba mesmo e não fiz nada , só fiquei olhando o cara aproveitar aquele dia magnífico e se perder no meio do povo.
Mas as minhas reticências, explica-se: depois q eu dei de cara com o Roy Dupuis entrando na padaria do meu bairro -e ele ficou todo envergonhado e eu tbém-, eu penso 2 vezes antes de invadir o território de alguém. Soooouuuu boooooba messssmoooo...
(Ser geminiano é, se a gente não leva na esportiva, e só de vez em quando, uma praga. Vivo dando esse tipo de furo. Um dia, há tempos, eu fui no Fofounes Electriques numa exposição Internacional de BD. E naqueles dias, eu via sempre o Dany Laferrière na televisão. Para quem não sabe, ele é um escritor -e eu já dei de cara com ele até dentro do ônibus 144, avenue des Pins! e quase ia lá contar p ele esta história do nosso passado, mas felizmente eu me retive. Mas isso é outra história...-.
Naquelas últimas semanas e para o pouco de televisão q eu via, eu dava de cara com o escritor o tempo todo na telinha. Realmente o tempo todo. E acabei incorporando a imagem do homem no meu subconsciente, como se ele fizesse parte da minha vida. Mais!... muito mais. Como se ele morasse comigo na minha casa! E sobretudo numa hora tão íntima como o ritual de fazer o jantar. ----imagino q todo mundo q dá entrevistas procurando um público, deixa sempre uma imagem estudada de si mesmo, a melhor possível; então, de acordo com o real objetivo destas entrevistas q invadiam a minha casa nos meus pequenos momentos de descanso q eu procurava ligando a televisão enquanto fazia a janta, eu já estava cativa! Ele se transformou assim em um outro EU idealizado, omnipresente, culto, charmoso, quase perfeito, o q eu queria ser naqueles dias em que chegava cansada da creche, carregando a minha filha nos braços depois de ter enfrentado um dia de transportes públicos e correrias, indo preparar o jantar, olhando a televisão como uma autômata. Resultado: acabei admirando a vida e a obra do personagem, sem mesmo ter lido uma única linha dos seus escritos!----- (Existe um filme baseado numa das obras deste escritor:"Como fazer amor com um negro sem se cansar". Podem rir. Mas é interessante, não é pornô não). Afinal, um exemplo típico de lavagem cerebral!
Bom, lá no Foufones, eu chego no local e enquanto espero pelo Alex q não aparecia, visito a exposição. Depois de visitar tudo -adorei muitas coisas que agora não me recordo o quê-, descendo uma escada e vejo, lá de cima, o escritor lá embaixo conversando com um outro alguém de quem não guardei a mínima lembrança (acho mesmo q nem olhei p o personagem em questão). Aí, eu fiquei mesmo feliz. Toda contente, dei um gritinho de satisfação prq vi um rosto "mais do q conhecido" no meio daquele mundaréu internacional; um rosto q era quase o meu de tão próximo e q repetia depois de semanas, através de uma personalidade charmosa, palavras q eu admirava. O centro do mundo, ele, através do meu olhar embasbacado! Aí, eu desço as escadas, chego perto e corto a conversa do escritor com o outro, toda excitada. Dei dois beijinhos no Dany Laferrière sem mesmo dar tempo ao cara de se surpreender, perguntando como ele estava, como estava sua vida, sua família, etc., assim mesmo, cheínha de intimidades. A coisa estava meio nebulada na minha memória; eu não me lembrava de onde conhecia aquele rosto tão admirado, com aquela voz tão conhecida, mas sabia q conhecia, e muito! E fiquei lá, como se fôssemos conhecidos, assim naturalmente, sem nenhuma afetação ou desespero. Pelas imagens q me vêm hoje em dia, acho até que coloquei as duas mãos nos ombros dele, dei dois beijinhos segurando o pescoço do escritor com um carinho todo especial... Conversei, falei rapidamente de mim. E ele, um doce, né?! Participando do jogo, perguntava e respondia. Super educado, com aquele sorriso tímido de surpresa, aceitando a minha intimidade natural.
Mas, eis q de repente, como sempe acontece na vida, tomo consciência -ou pela falta de continuação no assunto ou porquê li na cara dele a estupefação- que em realidade eu não conheçia o homem! Minha nossa! Foi assim, um "plaf", na minha cara! Fiquei atônita. Imagino que deve ser isso q experimenta uma pessoa q acorda, depois de uma noite de bebedeiras, sem saber aonde está. Ficou no ar aquele silêncio. E o sorriso tímido do escritor, no canto dos lábios. Sem graça. Olhei p/ ele e, pela primeira vez, para o outro personagem lá parado, esperando. Aí, declarei séria, envergonhada: -"Olha, eu não te conheço.". Ele ainda deu um sorrisinho sem graça, quase silencioso. Educado, ele. -"É.", acho q ele completou. -"Vc me desculpa...", continuei, saindo de fininho.
E fui. Sem olhar p trás).
Agora, voltando p/ o dia de ontem, o 16 de junho 2007, a cidade "polula" de festas. Mas foi tranquilo, a gente só queria mesmo ficar no sol e vendo a felicidade do povo. Vimos alguns amigos, rimos, cantamos parabéns p/ mim. À noite fomos em família no Rumi, um dos meus restaurantes preferidos de Montreal e que tem um chef que é um verdadeiro artista.
Mas agora estou cansando. Deixa p outro momento o contar.
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Mas sobre os músicos do Arcade Fire, não dá nem p/ contar como eu fiquei boba prq todo mundo q me conhece sabe q eu sou vidrada neles; até fiquei chateada prq eu estava no Brasil em janeiro qdo deram um show, às escondidas, no subsolo da igreja polonesa do Mile End (o povo do bairro sabia). Então fica claro q um dos meus presentes, ontem, foi ter dado de cara com o Win. No meu aniversário! E isso prq o rapaz é um grande poeta e eu tenho uma admiração enorme pela música deles, do Arcade Fire.
O menino, ele é realmente um menino, q eu trato carinhosamente de meu pequeno e grande Win (de perto ele é enorme!) estava tomando sol, sentado num banco, sózinho, pensando na vida e olhando o tempo... Por coincidência, ele estava no meu banco, aonde eu fico sempre tomando sol tbém.
Que coisa linda é morar em Montreal, né?! Digam-me se existe um outro lugar do mundo, uma grande cidade, aonde um artista como ele, um poeta tão completo, e cantor divino, com aquela voz cheia de emoção e profunda, poderia ficar assim sentado num dia ensolarado tomando sol sem ninguém p/ vir encher o saco do coitado com pedido de autógrafo e fotos?! Foi por isso q eu fiquei com vergonha de incomodar a tranquilidade do cara. Além de achar o cúmulo da cafonice esta idolatria de personalidades públicas! Mas, mesmo assim fiquei pensando: se eu peço um autógrafo, vai encher de gente e vão todos encher o saco dele tbém e acabou-se o seu banho de sol... Aí, eu passei devagarinho por ele, fingindo q não tava com vontade de ir lá me aprochegar... (logo de cara eu nem falei p/ o meu marido ao lado q aquele magrelo lá era o Win Butler... p/ não chamar atenção, ou de vergonha, de apreensão... sei lá, não falei na hora, mas falei qdo ele passou na segunda vez) e ficamos passeando até q eu esqueci dele por completo. Sabem como é geminiano.
Depois, fizemos uma porção de coisas, conversamos com algumas pessoas, olhamos lojas e vitrine e atravessamos a rua p sentarmos na quadra ao lado, ainda na Saint Viateur, num banco em frente daquela boutique de bombons q eu esqueci o nome. Tomando sol, de repente vejo o cara vindo na nossa direção, e de novo a minha consciência entra naquele dilema do autógrafo e da vergonha ("fazer o quê com uma assinatura, q cafonice! Eu sei, mas.... e a foto?! Fazer o quê com uma foto ao lado de um poeta q eu admiro!? Que cafonice!... droga de consciência!"). E ele passou na minha frente... discplicente, calmo, charmoso, magrelo, altíssimo, bonito, bebendo um refrigerante, e olhou p/ nós (eu achei q foi p mim - vocês conhecem geminiano, né? é tudo a mesma raça... mesmo depois de velhos). Bom, deixem isso p lá. E pensem na letra de "caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento, tomando uma coca-cola... "; parecia isso mesmo.). Pois é, imaginem a vontade de pedir uma foto com ele!? Mas eu sou boba mesmo e não fiz nada , só fiquei olhando o cara aproveitar aquele dia magnífico e se perder no meio do povo.
Mas as minhas reticências, explica-se: depois q eu dei de cara com o Roy Dupuis entrando na padaria do meu bairro -e ele ficou todo envergonhado e eu tbém-, eu penso 2 vezes antes de invadir o território de alguém. Soooouuuu boooooba messssmoooo...
(Ser geminiano é, se a gente não leva na esportiva, e só de vez em quando, uma praga. Vivo dando esse tipo de furo. Um dia, há tempos, eu fui no Fofounes Electriques numa exposição Internacional de BD. E naqueles dias, eu via sempre o Dany Laferrière na televisão. Para quem não sabe, ele é um escritor -e eu já dei de cara com ele até dentro do ônibus 144, avenue des Pins! e quase ia lá contar p ele esta história do nosso passado, mas felizmente eu me retive. Mas isso é outra história...-.
Naquelas últimas semanas e para o pouco de televisão q eu via, eu dava de cara com o escritor o tempo todo na telinha. Realmente o tempo todo. E acabei incorporando a imagem do homem no meu subconsciente, como se ele fizesse parte da minha vida. Mais!... muito mais. Como se ele morasse comigo na minha casa! E sobretudo numa hora tão íntima como o ritual de fazer o jantar. ----imagino q todo mundo q dá entrevistas procurando um público, deixa sempre uma imagem estudada de si mesmo, a melhor possível; então, de acordo com o real objetivo destas entrevistas q invadiam a minha casa nos meus pequenos momentos de descanso q eu procurava ligando a televisão enquanto fazia a janta, eu já estava cativa! Ele se transformou assim em um outro EU idealizado, omnipresente, culto, charmoso, quase perfeito, o q eu queria ser naqueles dias em que chegava cansada da creche, carregando a minha filha nos braços depois de ter enfrentado um dia de transportes públicos e correrias, indo preparar o jantar, olhando a televisão como uma autômata. Resultado: acabei admirando a vida e a obra do personagem, sem mesmo ter lido uma única linha dos seus escritos!----- (Existe um filme baseado numa das obras deste escritor:"Como fazer amor com um negro sem se cansar". Podem rir. Mas é interessante, não é pornô não). Afinal, um exemplo típico de lavagem cerebral!
Bom, lá no Foufones, eu chego no local e enquanto espero pelo Alex q não aparecia, visito a exposição. Depois de visitar tudo -adorei muitas coisas que agora não me recordo o quê-, descendo uma escada e vejo, lá de cima, o escritor lá embaixo conversando com um outro alguém de quem não guardei a mínima lembrança (acho mesmo q nem olhei p o personagem em questão). Aí, eu fiquei mesmo feliz. Toda contente, dei um gritinho de satisfação prq vi um rosto "mais do q conhecido" no meio daquele mundaréu internacional; um rosto q era quase o meu de tão próximo e q repetia depois de semanas, através de uma personalidade charmosa, palavras q eu admirava. O centro do mundo, ele, através do meu olhar embasbacado! Aí, eu desço as escadas, chego perto e corto a conversa do escritor com o outro, toda excitada. Dei dois beijinhos no Dany Laferrière sem mesmo dar tempo ao cara de se surpreender, perguntando como ele estava, como estava sua vida, sua família, etc., assim mesmo, cheínha de intimidades. A coisa estava meio nebulada na minha memória; eu não me lembrava de onde conhecia aquele rosto tão admirado, com aquela voz tão conhecida, mas sabia q conhecia, e muito! E fiquei lá, como se fôssemos conhecidos, assim naturalmente, sem nenhuma afetação ou desespero. Pelas imagens q me vêm hoje em dia, acho até que coloquei as duas mãos nos ombros dele, dei dois beijinhos segurando o pescoço do escritor com um carinho todo especial... Conversei, falei rapidamente de mim. E ele, um doce, né?! Participando do jogo, perguntava e respondia. Super educado, com aquele sorriso tímido de surpresa, aceitando a minha intimidade natural.
Mas, eis q de repente, como sempe acontece na vida, tomo consciência -ou pela falta de continuação no assunto ou porquê li na cara dele a estupefação- que em realidade eu não conheçia o homem! Minha nossa! Foi assim, um "plaf", na minha cara! Fiquei atônita. Imagino que deve ser isso q experimenta uma pessoa q acorda, depois de uma noite de bebedeiras, sem saber aonde está. Ficou no ar aquele silêncio. E o sorriso tímido do escritor, no canto dos lábios. Sem graça. Olhei p/ ele e, pela primeira vez, para o outro personagem lá parado, esperando. Aí, declarei séria, envergonhada: -"Olha, eu não te conheço.". Ele ainda deu um sorrisinho sem graça, quase silencioso. Educado, ele. -"É.", acho q ele completou. -"Vc me desculpa...", continuei, saindo de fininho.
E fui. Sem olhar p trás).
Agora, voltando p/ o dia de ontem, o 16 de junho 2007, a cidade "polula" de festas. Mas foi tranquilo, a gente só queria mesmo ficar no sol e vendo a felicidade do povo. Vimos alguns amigos, rimos, cantamos parabéns p/ mim. À noite fomos em família no Rumi, um dos meus restaurantes preferidos de Montreal e que tem um chef que é um verdadeiro artista.
Mas agora estou cansando. Deixa p outro momento o contar.
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September 07, 2006
Café Bica, na rua Saint-Laurent
Jean-Marc Barr.Lembram dele no Le Grand Bleue, de Luc Besson?
Um novo Café em Montreal, o Café BICA, na rua Saint Laurent, pertinho da casa Minhota, ali entre a Duluth e a rua Napoleon. É um comércio português, com serviço excelente, café gostoso, salgadinhos e docinhos idem e as dependências L I M P A S (banheiro limpo !! o que não é muito usual em alguns cafés de Montreal sobretudo na Saint Laurent - nada daquele cheiro insuportável de produto de limpeza que colocam nos banheiros, sem fazer a limpeza prévia, o que gera cheiro de sujeira tentando ser acobertado pelo cheiro do produto... uma coisa horrenda, mas comum nos melhores restaurantes da cidade, o que é uma grande pena porque eles poderiam smplesmente utilizar o senso de higiene e limpar).
Bom, deixemos de criticar a higiene de alguns banheiros da cidade... só p/ dizer que o ambiente do Café Bica é interessante. No domingo, saímos da Casa Minhota e passamos lá no caminho, nos escondendo da chuva, e foi aí que ficamos conhecendo o local. A gente sempre entra, automaticamente, na Minhota e acabamos comendo um pouco de tudo e batendo papo com o pessoal (gostamos muito dos que trabalham lá, sem falar da comida é claro, que é muito gostosa -comida portuguesa requintata. E falando nisso, o Miro, o proprietário, agora está em Portugal, acho que voltou em definitivo...). Ainda sobre a casa Minhota, já perceberam como um dos meninos que trabalha lá, e que eu esqueci o nome, tem a cara e o sorriso do Jean Marc Barr quando jovem?
August 20, 2006
Restaurantes/ botecos/ congêneres em Montreal: cappuccino e sanduíche de prosciutto no Café Italia, na Petite Italie
Ontem, acordamos tarde e zapamos p/ o Café Italia, na Petite Italie. É simples: final de semana batemos perna o tempo todo e o Café Italia assim como o Marché Jean Talon fazem parte da nossa agenda quase semanal. Isso foi, digamos, p/ o almoço, o jantar sendo no La Paryse, e depois demos um pulo p/ comer a sobremessa do Le Commensal.
Estou aproveitando a chuva p/ escrever no blog, então aí vai rapidamente sobre cada um deles: sou uma pessoa fiel e quando gosto de um lugar, frequento com assiduidade. O Café Italia eu conheço do tempo do Gino, que há alguns anos atrás pegou seus pênates e voltou p/ sua terrinha. Hoje em dia tem alguns empregados principais e sei de olho quem é que faz o melhor cappuccino e quem faz o melhor sanduíche. Não vou dar a dica p/ não encher de sapo pois já disse, sou fiel, mas posso aconselhar uma coisa: em Montreal, evite tomar café em lugares caros porque são geralmente ruins. O melhor café de Montréal esta na área da rua St-Laurent, e um destes lugares é o Café Italia, uma verdadeira instituição italiana daquelas dos velhos tempos, tipo boteco de encontro de mafiosi mas que virou cool e agora é frequentado por gente que quer aparecer. Isso muito embora os velhinho italianos continuem lá, felizmente, porque senão não teria graça, e ficam sentados no banco em frente da porta, do lado de fora, ou lá dentro, sempre olhando p/ a bunda e peitos da mulherada que passa na calçada.
O lugar agora é frequentado, além dos italianos do bairro, por estudantes, artistas, intelectuais e infelizmente, turistas! (poucos, graças à Deus!) Só não vou falar mais porque sempre gostei do ambiente não invadido por gente que não sabe apreciar nem um bom cappuccino nem um bom sanduíche de prosciutto feito pelo Peter, o do narigão. Se vc é desses, favor s'abstenir e vá aparecer num dos restaurantes da Saint Laurent perto da Sherbrook.
K.
Wings: Writing, Flying and Huevos Revueltos
http://montrealswinds.blogspot.com
Copyright©2005/2006 k.s. design. All rights reserved.
Estou aproveitando a chuva p/ escrever no blog, então aí vai rapidamente sobre cada um deles: sou uma pessoa fiel e quando gosto de um lugar, frequento com assiduidade. O Café Italia eu conheço do tempo do Gino, que há alguns anos atrás pegou seus pênates e voltou p/ sua terrinha. Hoje em dia tem alguns empregados principais e sei de olho quem é que faz o melhor cappuccino e quem faz o melhor sanduíche. Não vou dar a dica p/ não encher de sapo pois já disse, sou fiel, mas posso aconselhar uma coisa: em Montreal, evite tomar café em lugares caros porque são geralmente ruins. O melhor café de Montréal esta na área da rua St-Laurent, e um destes lugares é o Café Italia, uma verdadeira instituição italiana daquelas dos velhos tempos, tipo boteco de encontro de mafiosi mas que virou cool e agora é frequentado por gente que quer aparecer. Isso muito embora os velhinho italianos continuem lá, felizmente, porque senão não teria graça, e ficam sentados no banco em frente da porta, do lado de fora, ou lá dentro, sempre olhando p/ a bunda e peitos da mulherada que passa na calçada.
O lugar agora é frequentado, além dos italianos do bairro, por estudantes, artistas, intelectuais e infelizmente, turistas! (poucos, graças à Deus!) Só não vou falar mais porque sempre gostei do ambiente não invadido por gente que não sabe apreciar nem um bom cappuccino nem um bom sanduíche de prosciutto feito pelo Peter, o do narigão. Se vc é desses, favor s'abstenir e vá aparecer num dos restaurantes da Saint Laurent perto da Sherbrook.
K.
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Restaurantes/ botecos/ congêneres em Montreal: La Paryse - melhor hamburger de Montreal ou do mundo?
Tá bom, segundo o prometido p/ muita gente, vou falar mais de lugares interessantes de Montreal. Ontem a gente foi comer na La Paryse porque tinha alguém querendo comer hamburger. É um lugar muito bom p/ se jantar em geral, se vc estiver à fim de comer esse tipo de comida, que não chega à ser fast-food, digamos, é um fast-food mais chique, e mais gostoso (dizem). É um Cafe também, e vc pode ir p/ tomar uma cerveja, ou simplesmente, um hamburger. Segundo o pessoal que come carne e os conhecedores em geral, é o melhor hamburger de Montreal e um dos melhores do mundo!!! Pois é, dizem que é verdade.
Eu não como nem nunca comi carne, mas sou a única que conheço, todos os meus amigos e familiares sendo carnívoros dos bons... Sei que no La Paryse têm escolhas entre tipos de queijos e carnes... enfim, vc escolhe como quer comer o seu hamburger (cream cheese ou blue cheese, por exemplo). As batatas fritas são gostosíssimas. E o ambiente também.
É um dos lugares aonde vc deve passar quando vier em Montreal pois faz parte da história da cidade, já está encravado nela. Conheço o lugar há mais de 17 anos, e já comi lá com muita gente, acompanhando os hamburgers de muita gente boa, depois de um espetáculo na rua Saint Denis, ou no Festival de Jazz, Place des Arts, etc, porque é um lugar perto de tudo, no caminho de teatros, cinemas, salas de espetáculo, etc. E foi sempre um lugar cheio de gente e com um ambiente e clientela interessantes, de vez em quando com muitos estudantes, outras vezes com artistas apressados, o pessoal do cinema, do curso de comunicação e do teatro. Tem cheiro de gordura, mas não chega à incomodar pois o ambiente e o serviço são agradáveis, principalmente se vc está com amigos bebendo uma cervejinha gelada no verão (muito embora eu não seja das melhores fãns de cerveja, existe exeções p/ um fim de tarde depois de termos trabalhados como loucos num projeto difícil....).
Endereço : 302 Ontario leste, pertinho da St-Denis (Metrô Berri-UQAM ou Sherbrooke). Tel. : (514) 842-2040
K.
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July 09, 2006
Itália tetra campeã! Zidane, o argelino que virou francês na última hora!
Estou contente, Itália ganhou da França. Pena mesmo p/ o futebol mundial é que Zidane termine sua última copa do mundo tomando emprestado um comportamento lamentável. Mas a grande pena mesmo é que este comportamento dele foi justo um exemplo típico do comportamento dos torcedores franceses que vi regularmente nos últimos anos, isso depois que a França se sacrou campeã. O que me dá uma ojeriza! P/ quem é brasileiro e vive num bairro de uma cidade aonde grande parte da população é de origem francesa e principalmente, de franceses, viver copa do mundo é às vezes duro porque os 'alguns' franceses não suportam time adversário, e além do mais eles assumem uma tal de 'briguinha' besta entre Zidane e Ronaldo/Ronaldinho. Agora diga-me, minha nêga, sou eu que vou pagar o pato só porque sou brasileira e tenho a camisa do Brasil? O pior é que é gente que não entende nada de futebol! Essa é a única diferença dos torcedores franceses e dos argentinos, a birra contra o Brasil quando se trata de futebol sendo a mesma. Birra ou complexo, não sei, não estou querendo ser prepotente e se fui, peço desculpas, mas que é dose p/ elefante, é.
Agora deu p/ entender, p/ quem não sabia, porque é que eu tenho a opinião que tenho ; leiam o meu post aqui p/ ver um breve exemplo do tipo de coisa que eu presenciei nesta copa.
E agora? Agora já estamos saindo p/ a Petite Italie p/ participar da festa no café Itália, e depois, Festival de Jazz.
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Agora deu p/ entender, p/ quem não sabia, porque é que eu tenho a opinião que tenho ; leiam o meu post aqui p/ ver um breve exemplo do tipo de coisa que eu presenciei nesta copa.
E agora? Agora já estamos saindo p/ a Petite Italie p/ participar da festa no café Itália, e depois, Festival de Jazz.
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July 06, 2006
Diferença entre a equipe africana de futebol da França e os torcedores franceses, franceses mesmo
P/ quem não sabe, a Fatimazinha chegou ontem de Lisboa. Aí a gente foi junto com a Mariana passar a tarde no Bistro Duluth, comendo aquela comidinha deliciosa, assistindo o jogo dos portugueses e africanos e a incoveniência dos torcedores franceses que ontem por sinal estava no seu apogeu. No reduto tipicamento português que é o Bistro Duluth, apareceram 4 torcedores franceses, os únicos do lugar, com camisas do time, rostos pintados, chapéus do time, bandeiras do time e um chifre de vaca p/ ficar berrando dentro (esqueci o nome do troço...). Tinham reservado uma mesa e bem no meio da sala! e à cada bom toque português, eles vaiavam, gritavam, tocavam o tal chifre, levantavam-se p/ gritar, etc.
Achei a galera portuguesa infinitamente paciente e educada, porque ninguém incomodou os franceses, quatro no meio de uma sala lotada. A menina francesa, dessas gordas e pesadas, era o ser que mais gritava no lugar, berrando aqueles gritos finos e agudíssimos, sabem, aqueles irritantes? pois é. Cada vez que ela levantava, caíam-se garfos, bolsas, copos... o escarcéu. E olha que o restaurante é fino, nada de taberna. Mas o pessoal, e sobretudo os que trabalham no restaurante, p/ não ficar com fama de briguentos imagino, suportaram a coisa com muita classe.
É por causa disso que a língua francesa é conhecida como a língua da diplomacia. Porque ela teve uma evolução direcionada e apoiada com preocupações de educar o seu próprio povo. Pena que falharam (essa teoria é minha, e acredito piamente nela cada vez que observo o comportamento de um francês médio, médio repito, não estou falando de Catherine Deneuve nem de Coco Chanel, que por sinal, era meia grossinha também, só que com classe. Não estou falando também do Christophe, nem da Claire, nem da Pascale e nem do Pascal, nem da Carol, ou do Jean, da Mai e da mãe dela e de alguns amigos dela, e daquele menino que se parece com o Sandmam e que faz arte erótica...).
Tá aí um exemplo do porquê eu tenho um imenso respeito pela equipe da França, e que os próprios franceses chamam de AFRICANA* com desdenho, e não suporto os torcedores franceses? É muito culot!
* Muitos franceses acham que a equipe não pode representá-los como povo, e prefeririam que fossem selecionados jogadores "brancos" como eles.... Sem comentários.
Falando nisso, parece que tem mesmo uma conspiração política fazendo pressão em cima da Fifa, ou é a Fifa ela mesma, p/ a França ganhar. Disseram-me, os franceses por sinal, e não sei se é verdade porque eles gostam de contar vantagem (não estou sendo chata não, nem prepotente e nem fazendo discriminação) que a equipe francesa ganhou um prêmio pela educação como trataram os jogadores do Brasil... ?????????
Achei a galera portuguesa infinitamente paciente e educada, porque ninguém incomodou os franceses, quatro no meio de uma sala lotada. A menina francesa, dessas gordas e pesadas, era o ser que mais gritava no lugar, berrando aqueles gritos finos e agudíssimos, sabem, aqueles irritantes? pois é. Cada vez que ela levantava, caíam-se garfos, bolsas, copos... o escarcéu. E olha que o restaurante é fino, nada de taberna. Mas o pessoal, e sobretudo os que trabalham no restaurante, p/ não ficar com fama de briguentos imagino, suportaram a coisa com muita classe.
É por causa disso que a língua francesa é conhecida como a língua da diplomacia. Porque ela teve uma evolução direcionada e apoiada com preocupações de educar o seu próprio povo. Pena que falharam (essa teoria é minha, e acredito piamente nela cada vez que observo o comportamento de um francês médio, médio repito, não estou falando de Catherine Deneuve nem de Coco Chanel, que por sinal, era meia grossinha também, só que com classe. Não estou falando também do Christophe, nem da Claire, nem da Pascale e nem do Pascal, nem da Carol, ou do Jean, da Mai e da mãe dela e de alguns amigos dela, e daquele menino que se parece com o Sandmam e que faz arte erótica...).
Tá aí um exemplo do porquê eu tenho um imenso respeito pela equipe da França, e que os próprios franceses chamam de AFRICANA* com desdenho, e não suporto os torcedores franceses? É muito culot!
* Muitos franceses acham que a equipe não pode representá-los como povo, e prefeririam que fossem selecionados jogadores "brancos" como eles.... Sem comentários.
Falando nisso, parece que tem mesmo uma conspiração política fazendo pressão em cima da Fifa, ou é a Fifa ela mesma, p/ a França ganhar. Disseram-me, os franceses por sinal, e não sei se é verdade porque eles gostam de contar vantagem (não estou sendo chata não, nem prepotente e nem fazendo discriminação) que a equipe francesa ganhou um prêmio pela educação como trataram os jogadores do Brasil... ?????????
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November 22, 2005
Vive Montréal!
Désolé pour ceux dont l’humeur est aigre, mais vraiment, vraiment, j’adore Montréal et elle me le rend bien, surtout entre jeudi et mardi de chaque semaine.
Le vendredi dernier, la ‘tit famille est allé diner chez le resto thaïlandais Sherbrooke coin St. Denis (où était logé l’ancien Commensal, souvenez-vous?). Samedi matin, brunch chez le brésilien Senzala du Plateau. Dimanche matin, ‘tit déjeuneur chez Norma, la boulangère du coin. Ensuite, une bonne marche de santé sur le Mont-Royal pour remplir les poumons d'air froid et après midi, le meilleur capuccino de Montréal chez Gino, au Café Italia, de la Petite Italie. Ce matin, Power Yoga et déjeuneur avec mon amie Mai au Vietnamien de la rue Laurier. Après, une rigolade avec Monica Freire où nous avions parlé du Brésil, de l’immense spiritualité de notre peuple, et de notre amour pour Montréal.
Le vendredi dernier, la ‘tit famille est allé diner chez le resto thaïlandais Sherbrooke coin St. Denis (où était logé l’ancien Commensal, souvenez-vous?). Samedi matin, brunch chez le brésilien Senzala du Plateau. Dimanche matin, ‘tit déjeuneur chez Norma, la boulangère du coin. Ensuite, une bonne marche de santé sur le Mont-Royal pour remplir les poumons d'air froid et après midi, le meilleur capuccino de Montréal chez Gino, au Café Italia, de la Petite Italie. Ce matin, Power Yoga et déjeuneur avec mon amie Mai au Vietnamien de la rue Laurier. Après, une rigolade avec Monica Freire où nous avions parlé du Brésil, de l’immense spiritualité de notre peuple, et de notre amour pour Montréal.
October 24, 2005
Restaurante RUMI

Rumi: trechos de um de seus poemas
Escute a Ney (a flauta) que lamenta e tenta narrar a história do desterro.A Ney (pedaço de cana) que foi arrancada de sua origem (a raiz da cana), chora e lamenta; assim como o corpo de um ser que foi preenchido com o Sopro Divino (espírito) e está vazio de si mesmo.
Meu segredo não está longe de meus lamentos, mas os olhos e ouvidos físicos não possuem luz para enxergá- lo.Existe um segredo no interior de cada um de nós. É este segredo que devemos tentar seguir dentro de nós mesmo. Quando você é capaz de segui-lo, consegue encontrar a porta principal para a Origem. Seu corpo sem asas se transforma em um peixe feliz, que nadando alcança o Oceano.
O sopro dentro da Ney não é puro ar, é o fogo do amor; e aquele que não carrega esse fogo deixa de existir.
O segredo é uma luz. E quando a pessoa descobre a luz que conduz em direção ao seu Ser Interior, vê claramente o amor que a habita, e este amor a queima por dentro e nada mais tem importância.
Nenhum véu esconde o corpo do espírito, nem o espírito do corpo. E todavia, ser algum jamais viu um espírito.
Para alguns é muito difícil descobrir o segredo da Ney, o segredo de suas próprias saudades, porque eles não conseguem sentir seus próprios espíritos, portanto tão próximos de si mesmos! Uma coisa assim tão perto se torna imperceptível, como as lágrimas nos olhos. A Tua Essência Interior, que alguns chamam Deus, está tão perto de você quanto as suas jugulares. Isso talvez seja o motivo de nós não conseguirmos vê-La claramente.
Finalmente, parece que Rumi diz em seus versos que é o amor por nosso ser interior, e a saudade que temos dele, que nos motivam à existir.
Restaurane RUMI, Outremont:
Tenho uma coleção de msg p/ responder, mas como prefiro escrever no Blog, mesmo se não consigo ficar em dia com os comentariozinhos, vou deixar algumas na fila de espera.
Se existe um santo me lendo agora, e se este santo mora em Montreal, aí vai uma dica ótima p/ curtir um café/restaurante que tem um ambiente e uma clientela muito legal, comida gostossíssima e, fato interessante, os proprietários são dois irmãos judeus que se converteram ao Sufismo! Acreditem se quizer.
A comida é bem creativa, praticamente um menu novo à cada dia - o prato que pedi na semana passada será ligeiramente diferente se eu o peço hoje, porque o chef nunca cozinha como se fosse um robô. Vcs têm que ir lá p/ conferir os “meus dizeres”. Tem também um suco de gemgibre divino.
Eu frequento muito o lugar com amigos, ou só ou com o maridão e com a Catou. À cada ano praticamente comemoro o meu aniversário lá. Foi minha amiga Mai que me apresentou aos proprietários, depois, voltamos várias vezes e de vez em quando levo um p/ conhecer o lugar que é ótimo p/se esticar depois de um dia cheio de trabalho. Mas atenção, à partir da quinta-feira e durante o verão depois das sete da noite, é preferível reservar. Uma amiga me disse que em algumas sexta-feiras, depois que o restaurante fecha, tem um ritual Derviches (eles são dervishes que giram), mas isto fica em segredo.
O nome do restaurante é RUMI, homenagem ao poeta Afegão que viveu em 1207 d.C., e que tinha um nome longuíssimo mas ficou conhecido por este título pequeno e poético. Ontem nós estávamos lá e como era tarde e eu não estava com muita fome e o clima chuvoso e frio, só comi um Labné acompanhado do verdadeiro pão afegão, de forno de tijolo, como entrada e uma sopa deliciosíssima de lentilhas como prato principal. Quem frequenta muito o local também é o Jean LeLoup, que agora mudou de nome e escreveu um livro do qual eu li alguns trechos e adorei -vou comprá-lo-. Legal também é ir lá p/ sentar nas duas mesas ao lado da biblioteca e com bancos cheios de almofadas, para beber um chá de menta e comer uma sobremessa. Ótimo programa p/ as três horas da tarde! O endereço é: 5198, Hutchison, em Outremont. T= (514)490-1999.
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September 13, 2005
Lançamento de um livro no Reservoir, ainda no domingo

RéservoirDo Café Central, eu e maridão corremos p/ o Reservoir (9 Rue Duluth E.), um excelente bar/restaurante aonde a gente tem uma boa escolha de cervejas inglesas, e uma "cuisine raffinée", o menu mudando a cada dia. Atmosfera bastante agradável, gente cool, música cool, eventos interessantíssioms e tudo isso perto da Saint Laurent. Estava acontecendo o lançamento do livro de um amigo da S. Gostei muito -da leitura pública e de alguns trechos que li- (pena que agora esqueci o nome do escritor).
Parece até que a gente só vive dançando e comendo
No sábado, quando estava chegando no Club Soda p/ o espetáculo do Seu Jorge, dei de cara com a N. B. na calçada, pronta p/ entrar. Já houve outras vezes em que nós duas chegamos na mesma hora p/ ver um espetáculo... Estranho... no último mês, é a segunda vez que isso acontece no Club Soda. Se tivesse sido encontro marcado não iria coincindir tanto. Na outra vez, foi no espetáculo do Lokua Kanza (pena que eu não sou dessas de levar câmera p/ espetáculo ou pedir autógrafo, senão teria colocado aqui a foto que a gente teria tirado com o Lokua lá no camarim, pois depois do show, o Daniel carregou a gente lá p/ dentro, questão de conversar com os artistas amigos dele. E quem estava lá também era o Lilison di Kinara, de quem gosto muito e que apresentou a primeira parte do show. L., filha dele também estava presente, pois também participou do espetáculo com sua linda voz e o jeitinho cheio de ternura e dengos. Ela trabalhou num projeto que eu realizei e que foi muito premiado. Mais tarde conto mais sobre isso... E Lokua Kanza é uma pessoa muito especial, parece monje tibetano com seu jeitinho tranquilo, profundo, sempre agradecendo e atencioso com todos. Já gostava do artista, agora gosto mais ainda porque admiro a personalidade do indivíduo).
Mas, voltando ao espetáculo do Seu Jorge, para encurtar a história, a N. B. faz parte do meio musical de Montréal e por isso quase sempre é convidada p/ espetáculos e tem bilhetes à sua disposição na portaria. Aí, eu chegando perguntei à ela, brincando, se tinha um bilhete p/ mim, e não é mesmo que tinha? Isso me impediu, além de não precisar desenbolsar os 30 $, de ter de enfrentar a fila. Entrei direto com ela. O ruim foi que perdi-a de vista durante o espetáculo, porque estava um verdadeiro carnaval lá dentro, e eu pulando como uma desenganada (e o maridão nem viu nem soube, pois tinha trabalho atrasado p/ entregar).
E não foi a primeira vez que a menina me oferece entradas p/ espetáculos relativamente caros... ela é realmente generosa (não estou puxando saco não, é minha opinião mesmo), e uma pessoa que gosto muito. É sempre uma festa encontrá-la e tenho um real prazer de saber que tudo vai muito bem na sua vida.
Outra pessoa que tem a minha estima pela sua generosidade é a A. S. Uma vez ela conseguiu p/ a gente, e na última hora, cinco bilhetes de entrada p/ um espetáculo inesquecível de dança Flamenco, "Noche Flamenca", vindo diretamente da Espanha.
No domingo, eu estava pensando em levar um bom vinho na casa da N. B., questão de agradecer, mas a preguiça foi mais forte e eu fiquei hibernando com os Sopranos uma boa parte do dia. Saí só no fim da tarde para ir pegar o carro do maridão que ele tinha deixado no estacionamento do centro Bell, e depois fomos nos encontrar para comer uma Empanada no colombiano da rua Rachel. Deliciosa! Saindo do Colombiano, deu vontade de tomar uma bica (café português) no Café Central - rua Duluth, vcs conhecem? Não ?! Precisam. O lugar tem a melhor bica de Montréal. O q é bica? É café português, filtro, o nosso cafezinho, pá!
Mas, voltando ao espetáculo do Seu Jorge, para encurtar a história, a N. B. faz parte do meio musical de Montréal e por isso quase sempre é convidada p/ espetáculos e tem bilhetes à sua disposição na portaria. Aí, eu chegando perguntei à ela, brincando, se tinha um bilhete p/ mim, e não é mesmo que tinha? Isso me impediu, além de não precisar desenbolsar os 30 $, de ter de enfrentar a fila. Entrei direto com ela. O ruim foi que perdi-a de vista durante o espetáculo, porque estava um verdadeiro carnaval lá dentro, e eu pulando como uma desenganada (e o maridão nem viu nem soube, pois tinha trabalho atrasado p/ entregar).
E não foi a primeira vez que a menina me oferece entradas p/ espetáculos relativamente caros... ela é realmente generosa (não estou puxando saco não, é minha opinião mesmo), e uma pessoa que gosto muito. É sempre uma festa encontrá-la e tenho um real prazer de saber que tudo vai muito bem na sua vida.
Outra pessoa que tem a minha estima pela sua generosidade é a A. S. Uma vez ela conseguiu p/ a gente, e na última hora, cinco bilhetes de entrada p/ um espetáculo inesquecível de dança Flamenco, "Noche Flamenca", vindo diretamente da Espanha.
No domingo, eu estava pensando em levar um bom vinho na casa da N. B., questão de agradecer, mas a preguiça foi mais forte e eu fiquei hibernando com os Sopranos uma boa parte do dia. Saí só no fim da tarde para ir pegar o carro do maridão que ele tinha deixado no estacionamento do centro Bell, e depois fomos nos encontrar para comer uma Empanada no colombiano da rua Rachel. Deliciosa! Saindo do Colombiano, deu vontade de tomar uma bica (café português) no Café Central - rua Duluth, vcs conhecem? Não ?! Precisam. O lugar tem a melhor bica de Montréal. O q é bica? É café português, filtro, o nosso cafezinho, pá!
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