Writing, Flying and Huevos Revueltos
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July 25, 2007

Vídeos Reggae (Montreal Jazz Fest)

Oi gente, como prometido, aí estão algumas imagens-vídeo feitas com a minha digníssima câmera fotográfica, aonde não posso fazer nem zoom e nem controlar a luz, e nem fazer nada, só ficar filmando... enfim a coisa é rústica mesmo, treme sim. Mas o som me deixou surpresa. Podem conferir.



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July 18, 2007

Algumas cenas do Festival de Jazz de Montreal 2007 em fotos e videos

Em resumo, sobre o Fest Jazz de Montreal, aí tem algumas imagens e vídeos (daqueles q tremem, feito com a minha câmera fotográfica mesmo, sem edição alguma, mas surpreendentemente, com uma relativa boa qualidade). Se vcs forem no YouTube e procurarem por tag "MontrealWinds" vão encontrar muito mais video

Festival de Jazz de Montreal 2007. Carlinhos Brown.

Festival de Jazz de Montreal 2007. Vários.

Festival de Jazz de Montreal. BOOM PAM & ERIK MONGRAIN & SOULIVE & JEF NEVE & BEYOND THE PALE

Desfile Circo/Carnaval do Festival de Jazz de Montreal em fotos

Desfile Circo/Carnaval do Festival de Jazz de Montreal em fotos














Copyright© KSDesign, 2007. Proibida a reprodução.



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July 04, 2007

Festival de Jazz de Montreal - "Seun Kuti & Egypt' 80" , Bob Dylan, e coisitas mais....










Pois é, perdi o show do Amom Tobin. A Cesária Évora, eu vi tanto q tá bom. Não precisa mais. Sobretudo prq gosto dela em salas pequenas, sua voz pede intimidade. Esqueci tbém de falar da "Alejandra de Venezuela", de quem eu imagino q mora em Montreal prq tem sotaque quebequense. A menina tem uma voz excelente, muito boa mesmo; mas cá para nós, ao menos no festival, eu não gostei do pouco q vi do repertório. Mas é uma excelente cantora. Se cantasse bem em inglês, iria arrasar, mas como só canta em espanhol e sobretudo com aquele gênero de repertório, acho q ela fica muito restrita aos grupos latinos e fica uma imagem de exotismo distante como esta ilha do Caribe q existe em algum lugar da nossa mente incerta.

Falando em espanhol, estou com saudades de Lhasa de Sela; aonde estará ela?

Manu Chao? Não, não fui ver. Gosto muito dele e já vi alguns shows, mas se fôsse apresentado aqui no espaço do festival, eu iria. Não gosto de espetáculos na Île de Sainte Helene prq é sempre difícil de conseguir bons lugares se a gente não chega cedo e é complicado de sair, muita bagunça, de carro, metrô ou by bike. Afinal, a ilha é uma ilha, assim como Montreal tbém é uma. Já vi Manu Chao algumas vezes ao vivo. E em resumo, o festival tem sempre espetáculos excelentes. E quem mora em Montreal, reeeeaaalllmente não precisa pagar p ter acesso à bons espetáculos. E isso durante o ano todo. Só o espetáculo de ontem, "Seun Kuti & Egypt' 80", o grande evento afrobeat do festival, foi explosivo. Totalmente free. Arrasou! E eu arrasei de tanto dançar, né? Vou até parando de ver espetáculos, ou ao menos ir parando de rebolar o tempo todo prq minhas costas já não têm mais vinte anos embora eu ainda tenha fogo nos quadris, né Zé Mané?.... Mas voltando à ele, Kuti foi inacreditável mesmo! Realmente, os organizadores estão querendo transformar o Jazz Festi de Montreal no maior e melhor do mundo. Acho q este ano eles conseguiram.

Pegando a carruagem do tempo que já se foi... sobre o espetáculo do Carlinhos Brown, que aliás foi tbém gratôs, eu tinha esquecido de comentar q o som tava uma M, maiúscula mesmo, muito ruim. Mas p o pessoal q estava lá na frente, a presença e a energia do cantor contrabalançou um pouco... só um pouco prq som ruim em festival de música é mal... problemas técnicos. Mas não entendi prq anunciaram 15 músicos em cena prq não tinha 15 não. Mas sei q os instrumentos não chegaram à tempo, ficaram à meio caminho, entre Chicago e Montreal. Se teve gente q tbém ficou no caminho, isso só Deus sabe... ou quem leu os jornais prq eu não li. Mas o Carlinhos é uma joia rara né minha gente? Não é q 2 horas antes do espetáculo começar, ele estava lá fazendo testes de som?! E o cara deu tudo p/ q o espetáculo funcionasse. E ao menos p quem estava lá na frente, como eu, funcionou mesmo pois foi um carnaval!
Mas, o q será q aconteceu?

Agora, estou torcendo p/ ver Rachid Taha...

Bob Dylan toca hoje, às 19:30 na Place des Arts.


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Vídeos de Seun Kunti que eu fiz dançando, eu e a câmera tremendo (câmera fotográfica! boa essa...):






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July 02, 2007

Festival de Jazz de Montreal. BOOM PAM & ERIK MONGRAIN & SOULIVE & JEF NEVE & BEYOND THE PALE



O grupo Boom Pam, de Israel, com uma muito boa mistura de Klesmer e Rock. Para dançar aos ritmos dos casamentos judeus, pulando e esperneando ao som do talento dos caras, sobretudo esse aí da frente com este visual gênero Kusturica. Imperdível! Pena que foi a única foto, mas filmei em lugar de tirar fotos e vou tentar colocar os videos aqui no blog, mais tarde.


Doce Erik Mongrain, o músico autodidata que ficou conhecido prq praticava no metrô de Montreal; violão aos joelhos, ele toca o instrumento como se fosse piano! Muito bom messsmo!






Kim Richardson. Blues e Soul.


Soulive. Jazz-funk groovy.








Os belgas Jef Neve Trio










Brazilians Do It Better

Imagens antigas, né? Eu sei, mas depois das duas últimas fotos aí embaixo, que eu tirei no Festival de Jazz de Montreal, eu cataloguei algumas imagens que poderiam, ou realmente tinham, o mesmo título.

As de baixo foram tiradas do site do Washington Post,
http://www.washingtonpost.com






http://borev.net


By K S Design,
http://montrealswinds.blogspot.com


Festival de Jazz de Montreal 2007. Vários.






Fomos no Rumi na sexta à noite, depois de sair do Festival de Jazz ( já era arde, quase 22:00 h, e a cozinha ainda estava aberta! Ao menos p nós q somos clientes de longa data), aonde fomos dançar com o grupo "Forró in the dark", um grupo de brasileiros que tovam forró em NY.
O Rumi é um dos meus restaurantes preferidos de Montreal, e os donos são dois irmãos, derviches que giram, que eram judeus e se converteram ao sufismo.
Se quiserem saber o endereço e outros pormenores, falo do restaurante neste post aqui, Rumi. Falo do Rumi aqui tbém.
Como sempre, a comida foi D I V I N A!!



"Forró in The Dark", no dia 29. Um grupo de forró de Nova Yorque, do bom forró de Luis Gonzaga, daqueles que a gente dança até doer. O local ficou que é só poeira... no final, caiu um pé d'água, mas o povo continuou lá dansando sem parar.


"Forró in The Dark". Excelente!! Dansei até dar dor nos quadris! Muito bom forró.





"Son de la Frontera". O violão cubano e o flamenco juntos em vozes de cantos profundos, dança de orgulho e determinação; tudo isso com calor e emoção.


"Son de la Frontera"


"Son de la Frontera"


"Enzo Avitabile & Bottari". Sons do sul da Itália da Idade Média, batedores de barris que espantam espíritos maléficos... daí vem o bottari, ritmo hipnótico do transe.


"Jah Cutta & Determination". O bom reggae roots. Aí tbém, eu dansei até doer...




A banda de percussão "Zuruba". Foi meu marido que deu a idéia do nome, indiretamente falando: um amigo dele, Carlos Lillo, espanhol/brasileiro que saiu do Brasil com 9 anos de idade e q tocava no grupo recém formado, pediu idéias de um nome p/ a banda, em português. E ele deu a palavra "suruba", no sentido de bagunça, mas explicando q tinha um sentido tbém de 'sexo grupal'. Aí, o pessoal gostou da idéia, só q nõ sabiam falar direito e ficou ZURUBA mesmo, com z.






A noiva do festival agora é muito casta p/ o meu gosto. Antigamente, a outra era uma matrona italiana, Felliniana, de peitos enormes, anárquica e sensual, que corria atrás da gente prq queria se casar à qualquer custo, e vinha com a intenção de nos agarrar e dar aqueles beijos enormes de baton vermelhão e suado. Eu corria com pavor e me escondia, morrendo de rir de estar correndo de uma noiva... Mas era muito engraçado, sobretudo prq a minha filha corria comigo, as duas dando ataques de riso. A gente via a noiva de longe e ia logo procurando um lugar p/ se esconder, ela, minha filha, desde pequena, já tinha virado craque na arte de se esconder da noiva do festival de jazz!! E não era só eu de adulta que corria, não; tinha uma porção de marmanjos que também corriam da noiva!
Pena que essa aí de cima é quietinha... muito conceitual; os tempos mudaram e o festival está ficando cada vez mais plástico, mas ainda está muuuiiito boooommmm!






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Videos Son de La Frontera