Writing, Flying and Huevos Revueltos

July 08, 2007

Para matar baratas

Aqui no Canadá não tem, ao menos na minha casa. Mas no Brasil, tá cheio... baratas!

Pois é, então eu descobri numa comuna da Orkut (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3341038) uma receita q vai acabar com elas:
Fiz um copy/paste:

para matar baratas
ACIDO BÓRICO 100GRAMAS
FARINHA DE TRIGO 100 GRAMAS
AÇUCAR BRANCO (REFINADO) 50 GRAMAS

MODO DE FAZER:
MISTURE BEM OS INGREDIENTES . COLOQUE NOS CANTOS ONDE AS BARATAS PASSAM

July 04, 2007

Adoro o meu cantinho...


Uma das coisas pelas quais eu gosto de morar em Montreal é o fato de morar num bairro/antiguidade, considerado patrimônio histórico. E morar numa casa de 120 anos!
Olhem aí em cima o charme do detalhe da porta no meu balcão interno!



Minha máscara mortuária.



Comprei esta escultura de um cambodjano. Adorei o homem: culto, refinado, simples, bondoso e paciente, ele me explicou o seu país e sua cultura. Uma semana depois, voltei p vê-lo, mas a loja estava fechada. Voltei várias vezes, peguntei informações na vizinhança. Ninguém sabia dele, ninguém o conhecia.
Tanta pena q eu senti...



Escultura Cambodjana em cima de mesa de Java.



Minha primeira pintura à óleo, aos 13 anos. O meu gatinho.




Retrato inacabado.



Admiro trabalho artesanal. Sobretudo quando existe um limite indefinissável entre o artesanal e o artístico. Tudo q é feito à mão, com suor, com dedicação, com meditação, com amor, com dificuldade, com paciência. Tudo q é pensado e q flui do espírito. Aí, nasce a Arte.

Semana passada, uma mulher de quem eu admiro muito o trabalho com cinema de animação respondeu-me algo q me chocou depois q eu lhe mostrei bordados feitos por minha bisavô. "Quanta perca de tempo!", ela exclamou.
Fiquei assim parada e na hora toda a admiração q eu tinha pelo seu trabalho q eu julgava sair de sua alma, caiu no chão. Sobretudo q seu trabalho é artesanal, mais do q artístico propriamene dito. Mas, aonde está a alma? Como demonstrar tanta presunção à ponto de julgar que seu próprio trabalho é valioso enquanto o de uma mulher que passa dias e horas bordando e dando o melhor de si mesma, à duras penas prq é algo realmente difícil, seria uma perca de tempo?!


Festival de Jazz de Montreal - "Seun Kuti & Egypt' 80" , Bob Dylan, e coisitas mais....










Pois é, perdi o show do Amom Tobin. A Cesária Évora, eu vi tanto q tá bom. Não precisa mais. Sobretudo prq gosto dela em salas pequenas, sua voz pede intimidade. Esqueci tbém de falar da "Alejandra de Venezuela", de quem eu imagino q mora em Montreal prq tem sotaque quebequense. A menina tem uma voz excelente, muito boa mesmo; mas cá para nós, ao menos no festival, eu não gostei do pouco q vi do repertório. Mas é uma excelente cantora. Se cantasse bem em inglês, iria arrasar, mas como só canta em espanhol e sobretudo com aquele gênero de repertório, acho q ela fica muito restrita aos grupos latinos e fica uma imagem de exotismo distante como esta ilha do Caribe q existe em algum lugar da nossa mente incerta.

Falando em espanhol, estou com saudades de Lhasa de Sela; aonde estará ela?

Manu Chao? Não, não fui ver. Gosto muito dele e já vi alguns shows, mas se fôsse apresentado aqui no espaço do festival, eu iria. Não gosto de espetáculos na Île de Sainte Helene prq é sempre difícil de conseguir bons lugares se a gente não chega cedo e é complicado de sair, muita bagunça, de carro, metrô ou by bike. Afinal, a ilha é uma ilha, assim como Montreal tbém é uma. Já vi Manu Chao algumas vezes ao vivo. E em resumo, o festival tem sempre espetáculos excelentes. E quem mora em Montreal, reeeeaaalllmente não precisa pagar p ter acesso à bons espetáculos. E isso durante o ano todo. Só o espetáculo de ontem, "Seun Kuti & Egypt' 80", o grande evento afrobeat do festival, foi explosivo. Totalmente free. Arrasou! E eu arrasei de tanto dançar, né? Vou até parando de ver espetáculos, ou ao menos ir parando de rebolar o tempo todo prq minhas costas já não têm mais vinte anos embora eu ainda tenha fogo nos quadris, né Zé Mané?.... Mas voltando à ele, Kuti foi inacreditável mesmo! Realmente, os organizadores estão querendo transformar o Jazz Festi de Montreal no maior e melhor do mundo. Acho q este ano eles conseguiram.

Pegando a carruagem do tempo que já se foi... sobre o espetáculo do Carlinhos Brown, que aliás foi tbém gratôs, eu tinha esquecido de comentar q o som tava uma M, maiúscula mesmo, muito ruim. Mas p o pessoal q estava lá na frente, a presença e a energia do cantor contrabalançou um pouco... só um pouco prq som ruim em festival de música é mal... problemas técnicos. Mas não entendi prq anunciaram 15 músicos em cena prq não tinha 15 não. Mas sei q os instrumentos não chegaram à tempo, ficaram à meio caminho, entre Chicago e Montreal. Se teve gente q tbém ficou no caminho, isso só Deus sabe... ou quem leu os jornais prq eu não li. Mas o Carlinhos é uma joia rara né minha gente? Não é q 2 horas antes do espetáculo começar, ele estava lá fazendo testes de som?! E o cara deu tudo p/ q o espetáculo funcionasse. E ao menos p quem estava lá na frente, como eu, funcionou mesmo pois foi um carnaval!
Mas, o q será q aconteceu?

Agora, estou torcendo p/ ver Rachid Taha...

Bob Dylan toca hoje, às 19:30 na Place des Arts.


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Vídeos de Seun Kunti que eu fiz dançando, eu e a câmera tremendo (câmera fotográfica! boa essa...):






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July 03, 2007

A minha vizinhança, hoje de manhã


















July 02, 2007

Festival de Jazz de Montreal. BOOM PAM & ERIK MONGRAIN & SOULIVE & JEF NEVE & BEYOND THE PALE



O grupo Boom Pam, de Israel, com uma muito boa mistura de Klesmer e Rock. Para dançar aos ritmos dos casamentos judeus, pulando e esperneando ao som do talento dos caras, sobretudo esse aí da frente com este visual gênero Kusturica. Imperdível! Pena que foi a única foto, mas filmei em lugar de tirar fotos e vou tentar colocar os videos aqui no blog, mais tarde.


Doce Erik Mongrain, o músico autodidata que ficou conhecido prq praticava no metrô de Montreal; violão aos joelhos, ele toca o instrumento como se fosse piano! Muito bom messsmo!






Kim Richardson. Blues e Soul.


Soulive. Jazz-funk groovy.








Os belgas Jef Neve Trio










Brazilians Do It Better

Imagens antigas, né? Eu sei, mas depois das duas últimas fotos aí embaixo, que eu tirei no Festival de Jazz de Montreal, eu cataloguei algumas imagens que poderiam, ou realmente tinham, o mesmo título.

As de baixo foram tiradas do site do Washington Post,
http://www.washingtonpost.com






http://borev.net


By K S Design,
http://montrealswinds.blogspot.com